Impérios caem.
Fortunas desaparecem.
Corpos adoecem.
Relações mudam.
Mas algumas pessoas permanecem inteiras.
Enquanto o mundo externo oscila, elas conservam algo raro: domínio interior.
Essa é a promessa silenciosa do Estoicismo.
Nascida há mais de dois mil anos, essa filosofia atravessou guerras, crises políticas, perseguições e colapsos morais. Não se trata de uma filosofia abstrata, mas sim de uma arte de viver.
Foi a filosofia de escravos e imperadores. De homens sem poder externo e de quem governava o mundo.
E hoje, em um tempo de ansiedade e vazio de sentido, ela retorna com força.
Não como moda.
Mas como necessidade.